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INEGI volta a testar braço de antena espacial desenvolvido para o programa da ESA de observação da Terra

05 maio 2021

O INEGI recebeu um novo braço articulado de uma antena espacial para voltar a realizar testes de repetibilidade de abertura, rigidez e exposição solar, desta vez para o programa da Agência Espacial Europeia (ESA) de observação da Terra.

Este protótipo destina-se a validar o conceito de braço que vai integrar o satélite da missão do programa Copernicus responsável por monitorizar fatores terrestres, como a temperatura da superfície dos oceanos, concentração de gelo e salinidade do mar, a CIMR – Copernicus Imaging Microwave Radiometer.

Depois de recentemente ter sido testado no INEGI o braço articulado da primeira antena espacial europeia de grandes dimensões, que está a ser desenvolvida no âmbito do projeto LEA – Large European Antenna, o Instituto volta a pôr em prática a sua competência na área do desenvolvimento de equipamentos de teste no solo de componentes para o setor do espaço, em níveis elevados de maturidade tecnológica.

Agora enquadrado no projeto LADEA – Large Deployment Arm for Earth Observation Applications , este novo braço será também sujeito a "ensaios funcionais, de repetibilidade e de distorção térmico-elástica para validar a performance,  os requisitos técnicos e o nível de maturidade tecnológica ( TRL – Technology Readiness Level) deste conceito, de forma a caracterizar o seu funcionamento em órbita, antes do lançamento para o espaço no âmbito da missão do programa Copernicus”, explica Ricardo Lopes, membro da equipa do INEGI dedicada ao programa Copernicus.

Com as primeiras descolagens previstas para 2027, a missão CIMR do programa Copernicus representa para o INEGI um investimento de 1,5 milhões de euros da ESA, para a criação de equipamentos para testes de satélites espaciais.

Na base está o trabalho desenvolvido nos projetos LEA e LADEA, liderados pela empresa alemã HPS – High Performance Space Structure Systems, juntamente com pequenas e médias empresas e institutos de inovação, investigação e desenvolvimento europeus. Em Portugal, além do INEGI os projetos contam com a colaboração da empresa portuguesa FHP – Frezite High Performance.

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